A 26 de setembro de 1902 é eleita para o cargo de Superiora Geral da Congregação. Ela como a primeira Geral é inteligente demais para reter o poder nas suas mãos em prejuízo da Congregação. Em 20 de outubro de 1904, antes mesmo do término do quinquênio do seu mandato, julga melhor resignar ao cargo a ela confiado, tendo apenas em vista o bem da Congregação e das Irmãs a quem amava. Durante cinco anos a Co- fundadora constrói a Congregação no ocultamento, na obediência, no silêncio e humildade e, porque não dizer, no sofrimento, o qual jamais alguém registrou ou registrará no livro da sua vida. Em 1907, o Divino Artista encarregou-se de moldar melhor ainda o instrumento das suas mãos. Neste ano a Irmã Josafata deve fazer a Profissão Perpétua, entretanto, por incrível que pareça, não é admitida. Enquanto 60 das suas co-irmãs jubilosas professam solenemente, a Irmã Josafata, com o coração magoado e olhos banhados de lágrimas, ocupa o último lugar na comunidade. Os caminhos de Deus não se ateem às débeis categorias humanas. Ele reserva para os seus prediletos um sólido embasamento, livrando os do orgulho destruídor dos melhores projetos e, inocula neles a frutuosa humildade, para terem condições de assumir cargos de responsabilidade e os capacita para posições de destaque que na sua inefável bondade e divina sabedoria lhes quer confiar. Ele exalta os humildes e os orgulhosos mantém nos seus ridículos sonhos de estulta grandeza humana. Em 1908 pela 2a vez ela não consegue ligar-se com votos perpétuos à Congregação por ela fundada e estruturada. E é só na data de sete de maio de 1909 que ela entra na fileira das irmãs de votos perpétuos. Esta grande mercê é conferida pela intervenção sábia e paternal do metropolita André Scheptesky. Nesta mesma oportunidade a Irmã Josafata é conduzida pelo Capítulo Geral a ocupar o honroso cargo de Vice-Superiora Geral, permanecendo nele até a sua morte ocorrida em 1919. Em 1914 adoece e só consegue locomover-se apoiando-se em uma bengala. É medicada em Lviv.Os médicos mediante o diagnóstico falho, prescreveram fortes massagens nos músculos da perna enferma e aconselham longas caminhadas forçadas. Com tal tratamento desacertado a pobre doente chega a desmaiar de tamanha dor que sente. Permanecendo inalterável o estado de saúde, a vítima é encaminhada para o hospital de Peremechil. O provecto diretor da clínica, de rara capacidade profissional de muita experiência e dedicação, fez um acurado exame diagnóstico e chegou a conclusão de que a paciente sofria da tuberculose óssea. Então a Irmã foi levada aos montes Carpatos para banhos em águas minerais lá existentes. Baldadas todas as esperanças de cura, após algum tempo, a Irmã volta para Lviv e em seguida para a casa de formação (Noviciado) em Krestenópilh. Ali, no silêncio, sob o cuidado carinhoso das Irmãs e Noviças, espera a morte. Com o passar do tempo a doença aniquilou por completo o seu organismo. Deixou- a sem a mínima locomoção e prostrou-a definitivamente no leito das dores do qual não se levantou mais. Nada, porém conseguia abalar o ânimo e a vontade férrea dela. Todos os que à ela se aconchegavam, imprecionavam-se com a paciência, abandono à vontade de Deus e sobretudo com a sua inalterável jovialidade. O sorriso de paz que procurava mantê- lo mesmo nos momentos de dores mais pungentes.Percebendo que, a irmã morte estava chegando, Irmã Josafata falou à irmã enfermeira: " - Morrerei no dia da Anunciação de Nossa Senhora". "Quando é mesmo a festa da Anunciação?" "Daqui a três semanas", respondeu a irmã. "Então ainda três semanas deverei padecer", disse a enferma. Passavam-se os dias e chegou a solenidade da Anunciação. Na véspera, a pedido da enferma foi chamado um sacerdote. E nesta mesma noite, em sete de abril de 1919, faleceu a Irmã Josafata, foi inumada no campo santo da mesma cidade Krestenópilh, no 10oano de sua Profissão Perpétua, com apenas 49 anos de idade.Nas proximidades de sua sepultura, pouco depois, os poloneses enterraram, soldados mortos na guerra. É fora de dúvida que o corpo da nossa Co-fundadora deveria ser inumado em outro local.No dia 4 de novembro de 1921, dois anos e meio após a sua morte o corpo foi transladado para outra sepultura aberta na mesma fileira onde outras suas co-irmãs já estavam dormindo o sono eterno. E os restos mortais da Co-fundadora da Congregação das Irmãs Servas de Maria Imaculada, aqui permaneceram durante 64 anos até o dia em que pela misteriosa Providência Divina foram transladados para o lugar que lhe é devido na Congregação. Naquele dia o Senhor nos mostrou "Como é grande o seu Amor".

Observação: A crônica registra que na transladação, antes que baixassem o branco caixão à nova sepultura, a pedido das irmãs presentes este foi aberto. E as irmãs puderam tirar a cruz do rosário e pedacinhos da veste para lembrança.