Carisma


É o espírito de Jesus Cristo que nos move, nos anima, nos vivifica. Lemos na Constituição atual no seu art.2º. O livro do Santo Evangelho é a primeira regra de vida na Congregação. Por isso, as Irmãs precisam assemelhar-se à Pessoa de Cristo Salvador nos seus pensamentos, palavras e ações, pela leitura e meditação diária do Evangelho. Carisma de uma Congregação é aquele DOM do Espírito que a torna capaz de prestar um serviço à Igreja. Os nossos Fundadores receberam de Deus o Carisma, o dom de ser e agir. Nós recebemos o mesmo carisma, o dom de ser e agir e mais o dom de prosseguir adiante. O carisma como graça, dom do espírito é dado à pessoa do Fundador e não acaba com a sua morte. Graça é pessoal, portanto, o carisma está nas pessoas. Nós, Servas de Maria Imaculada, somos depositárias do mesmo dom recebido pelos fundadores; ser mais agir e, mais o dom de continuar. Não repetir, mas continuar.

Descrição do Carisma da Congregação


Identidade é a característica específica de uma Congregação é o seu CARISMA. O Carisma de um fundador e de uma Congregação religiosa dentro do Plano Divino é um DOM dado por Deus para servir. Podemos definí-lo como graça concedida pelo Espírito Santo ao fundador para ajudá-lo a realizar sua missão própria. Não é possível, porém, fixar o Carisma de um fundador e de uma Congregação numa definição verbal abstrata. Como já dissemos é graça, é algo de dinâmico e vivo. Não pode ser defenido, nem escrito a contento.Tomando em conta o escopo deste trabalho sobre Fundadores, finalidade, história, vida dos primeiros membros da Congregação, assim como a dos membros atuais, podemos dar um breve aceno sobre o Carisma da Congregação das irmãs Servas de Maria Imaculada.
"Nós, Irmãs Servas de Maria Imaculada, somos chamadas para a Vida Consagrada em comunidade orante e fraterna, para que, na alegria, simplicidade, hospitalidade, modéstia e humildade sermos as Servas de Deus, da Igreja e do nosso povo". O Carisma é nossa identidade - nossa vocação. Crescimento e renovação de uma Congregação obrigatoriamente implica fidelidade a ele. Nós da Congregação não devemos desconhecer quem somos e qual é a nossa missão. Somente assim poderemos determinar o que devemos fazer para viver este dom que nos foi transmitido pelos nossos fundadores. É preciso pô-lo em prática e pautar a nossa vida espelhando-nos nele.